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CAARAPÓ - MS, domingo, 3 de julho de 2022


Risco de morte por Covid-19 é 61 vezes maior em humanos não vacinados

Risco de morte por Covid é 61 vezes maior em não vacinados

Publicado em: 15/06/2022 às 06h14

Anvisa

Doses de reforço da vacina contra a Covid-19 são indispensáveis para manter a população protegida. É o que mostra o levantamento da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, em relação aos óbitos ocorridos de janeiro de 2022 até o momento.

Segundo o levantamento, feito para o grupo de pessoas com 50 anos ou mais, o risco da não imunizada morrer é 61 vezes maior em relação à vacinada com duas doses do ciclo básico (ou com a dose única).

Essa proteção é ainda melhor se houver doses adicionais. Uma pessoa com 50 anos ou mais imunizada com as doses do ciclo básico tem dez vezes maior risco de morrer quando comparada a alguém que recebeu também a dose de reforço.

“Quando a pessoa faz a dose de reforço, ela agrega camadas de proteção. O que é indispensável, considerando que os estudos mostram queda da imunidade gerada pela vacina ao longo do tempo”, analisa o epidemiologista da secretaria Diego Spinoza.

“O reforço, então, é uma forma de recuperar essa barreira, esse escudo de proteção, que é feito pela vacina e que acaba se deteriorando com o tempo”, explica.

A secretária municipal da saúde de Curitiba, Beatriz Battistella, reforça que embora a pandemia pareça ter arrefecido, a Covid-19 continua sendo uma doença grave e que leva a óbitos. Desde o início deste ano foram registradas cerca de 500 mortes causadas pela doença.

Curitiba já aplicou 4,5 milhões doses da vacina contra o covid-19, sendo 1,7 milhão de primeiras doses e 1,6 milhão de segundas doses; além das 1,2 milhão de doses de reforço (terceira e quarta doses).