Ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é condenado a 30 anos de prisão - Caarapó Online

CAARAPÓ - MS, sábado, 29 de janeiro de 2022


Ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é condenado a 30 anos de prisão

Ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é condenado a 30 anos de prisão

Publicado em: 26/11/2021 às 08h32

site Lance

O ex-presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, foi condenado a 30 anos de 11 meses de prisão. A sentença determinada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara federal criminal do Rio de Janeiro, incluiu punições pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Nuzman estava na mira da operação Unfair Play, que investigada compra de votos para que o Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos de 2016. O ex-dirigente tem o direito de recorrer da sentença em liberdade.

Além do ex-diretor do COB, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, e Leonardo Gryner, que era diretor de operações do Comitê Rio-2016, também foram condenados na operação. Cabral recebeu pena de 10 anos e 8 meses. Gryner, por sua vez, foi condenado a 13 anos e 10 meses.

O jornal francês Le Monde denunciou em março de 2017 que dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) tinham recebido propina três dias antes da escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada. Presidente do COB durante 22 anos, Carlos Nuzman, é suspeito de intermediar a compra dos votos dos integrantes do COI. O esquema contou com a participação do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho.

Carlos Arthur Nuzman chegou a ser detido em 2017 por agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Mais tarde, deixou a cadeia e vinha cumprindo prisão domiciliar.

Esposa - Márcia Peltier

Trabalhou no programa Sem Censura da TVE Brasil (1991-1993), apresentou eventualmente o Jornal da Globo entre 1987 e 1991, foi apresentadora fixa do Jornal Hoje, fazendo par com Leila Cordeiro, em 1989, com Marcos Hummel, entre 1989 e 1991 e com Valéria Monteiro em 1991.

Também trabalhou por alguns meses no SBT dentro da redação de jornalismo do extinto TJ Brasil, esse período foi entre meados de 1992.

Foi âncora do Jornal da Manchete de 1993 a 1998 e colunista do Jornal do Brasil de 2001 a 2006. Apresentou ainda o programa Márcia Peltier Pesquisa, na Rede Manchete, o feminino Mulheres do Brasil, Domingo com Márcia Peltier e também o Canal Livre, na Band, o Informe RJ, da Record Rio (2005-2006), o Programa Márcia Peltier na Super Rádio Tupi (2006-2008) e o reality Clube das Mulheres na RedeTV! (2008).

Trabalhou na TV foi como apresentadora do Márcia Peltier Entrevista,na CNT, e como apresentadora do Márcia Peltier Entrevista na Rádio JB FM, no Rio de Janeiro.