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CAARAPÓ - MS, quarta-feira, 10 de agosto de 2022


Reitoria da UNB, aguarda vacinação geral para retorno às aulas presenciais

O fato deve ocorrer somente em janeiro do ano de 2.022, para a forma presencial dos estudantes na UnB

Publicado em: 19/08/2021 às 06h53


Em entrevista, a reitora da Universidade de Brasília (UnB), professora Márcia Abrahão, respondeu questões sobre o retorno das aulas presenciais que estão sendo cobradas por alguns alunos. Segundo ela, a universidade passou, inclusive, por reformas e conta com a estabilidade da pandemia para o retorno das aulas, seguindo o planejamento organizado pelo Comitê de Coordenação das Ações de Recuperação (Ccar), criado em maio de 2020.

As atividades presenciais estão ocorrendo para pesquisadores, hospital e clínica. Mas, o intuito, principalmente dos últimos dois serviços, é para atender a população. O retorno de todas as atividades presenciais está sendo estruturado e bem planejado para que o vírus não se propague, porque a UnB recebe alunos de toda Brasília e do entorno.

Ao ser questionada sobre condicionar a vacina para o retorno de estudantes, técnicos, professores e terceirizados para as aulas presenciais, a reitora afirma que se trata de uma questão jurídica. Márcia diz que por alguns estados estarem condicionando a volta, e por o Supremo Tribunal Federal ter permitido a liberdade a determinadas instituições, a procuradoria da UnB, que é da Advocacia-Geral da União (AGU) já está estudando o pedido, inclusive, observando se poderão fazer essa exigência.

Segundo ela, a consulta foi feita e estão aguardando a resposta. O Plano de retomada da das aulas presenciais na UnB é organizado em etapas e, para o retorno seguro, segundo o Ccar, é preciso que 70% da população do DF esteja vacinada.

“Eu vejo com bons olhos essa medida porque a questão da vacinação é uma decisão individual que afeta as pessoas. Então o ideal seria que todas as pessoas tivessem consciência e se vacinassem, nós vemos alguns países já com essa obrigatoriedade e nós aqui estamos então fazendo essa consulta à Procuradoria", afirmou Márcia.