Saiba quais esportes oferecem maior ou menor risco de contágio pelo nCoV-19 - Caarapó Online

Caarapó - MS, segunda-feira, 28 de setembro de 2020


Saiba quais esportes oferecem maior ou menor risco de contágio pelo nCoV-19

Especialistas recomendam evitar práticas em grupo e reforçam a importância dos hábitos de higiene das mãos em especial

Publicado em: 02/09/2020 às 09h06

Bruna Yamaguti

Com a pandemia do novo coronavírus, mesmo aqueles que não passavam um dia sem fazer atividade física, precisaram adaptar suas rotinas. Muitos atletas, amadores e profissionais, ou simplesmente adeptos à prática por questões de saúde e bem-estar ainda têm dúvidas sobre o que é seguro ou não em meio ao cenário de isolamento social. Para responder a essa pergunta, o Correio conversou com especialistas e, com a média das avaliações deles, elaborou o quadro a seguir, que mostra, em uma escala de 1 a 5, o risco de contágio em cada uma das modalidades:

 

Covid-19: Tabela com atividades esportivas classificadas por risco de contágio

 

Os médicos alertam para um maior risco em modalidades que envolvem grupos, devendo ser evitado qualquer tipo de contato. Além disso, deve-se prestar atenção ao local em que a atividade será realizada. Lugares cheios apresentam alto risco, e o uso de máscara é imprescindível, seja qual for a situação.

“Sugiro atividades físicas que possam ser realizadas sozinho, evitando contato direto ou indireto com outros. Além disso, os bons hábitos de higiene devem ser levados muito a sério, incluindo lavagem das mãos antes e depois do início das atividades físicas, uso de outras soluções antissépticas, máscara de pano ou cirúrgica sempre que possível, e evitar aglomerações”, recomenda o professor de epidemiologia da Universidade de Brasília (UnB) Wildo Navegantes de Araújo.


Academias


Para evitar a propagação da covid-19, os serviços não-essenciais foram fechados no Distrito Federal. Agora, após a reabertura, é necessário que tanto o estabelecimento quanto os usuários cumpram à risca as medidas de higiene e distanciamento. “O serviço deve não apenas obedecer às recomendações, mas cobrar de seus clientes para que também obedeçam. É importante que as pessoas pesem também o ônus e o benefício de se deslocarem para qualquer atividade não-essencial”, pontua a infectologista Ana Helena Germoglio.